A Associação Wylinka e a WTT, fundação sem fins lucrativos criada para conectar inovadores e desenvolvedores de tecnologia a oportunidades de impacto social, ambiental e econômico, lançaram em 2017 o desafio de inovação aberta e chamada de soluções para desafios de impacto a fim de incentivar a cooperação de múltiplos atores sociais para a inovação tecnológica e impulsionar novos modelos de negócio como ferramenta para superar os grandes desafios sociais, ambientais e econômicos do séc. XXI.

Juntos, as organizações, desenvolveram metodologia e capacitaram em: MAPEAMENTO, SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS para implementação em futuros projetos da WTT.

O Projeto foi dividido em três etapas conforme abaixo:

1ª) Desenvolvimento da Metodologia 

2ª)  Mapeamento de Tecnologias 

3ª) Seleção e Avaliação de Tecnologias

No processo de avaliação de tecnologias, foi utilizado a Caracterização da Tecnologia e Prova de Conceito da metodologia Diligência da Inovação® desenvolvida pela Wylinka e você pode conhecer um pouco mais sobre a metodologia no livro Inovação na Raiz: uma jornada empreendedora a partir da universidade brasileira, onde nosso time contribuiu para a construção do Anexo 1 – Diligência da Inovação: um primeiro olhar para o desenvolvimento de uma inovação a partir da universidade.

Os aprendizados e co-construção foram colocados em prática na Chamada de Soluções Água+ Acesso realizado pelo Instituto Coca-Cola Brasil, Banco do Nordeste, WTT, Fundação Avina, Fundação Amazonas Sustentável, Projeto Saúde Alegria, SISAR, e Instituto Trata Brasil que teve por objetivo ampliar o acesso à água de forma segura e sustentável para comunidades de baixa renda através da uma aliança com empresas, fundações e algumas das principais organizações de acesso à água no país. 

Foram propostos oitos desafios, sendo eles: Soluções de energia renovável para sistemas de água; Saneamento para famílias em comunidades isoladas; Perfuração de poços; Bombeamento e tratamento de água em pequenas comunidades; Alta concentração de ferro e manganês na água; Perdas no sistema devido a desvios e vazamentos; Odor e turbidez decorrente de eutrofização: excesso de matéria orgânica na água; Alto teor de cloretos (água salobra); e Dureza da água.

Foram 89 projetos inscritos entre grupos de pesquisa, pós graduação, startups, projetos acelerados e incubados e destes, selecionados 10 para a realização de pilotos com a implantação   avaliação destas soluções em campo, contaram com apoio e acompanhamento das organizações de acesso à água e receberam investimento de até R$ 150.000,00.

Ainda em 2018, faremos um lançamento de um e-book contando sobre o processo de construção da metodologia.

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